segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Entrevista com Fernando Meirelles - VEJA fev/2009

Eu sempre fui fã do Meirelles. E depois de trabalhar perto dele, eu fiquei não só fã, como descobri que ele é um homem humilde, com uma família linda e também é o cara que veio abrir as porteiras do cinema brasileiro. A entrevista mostra um pouco do seu caráter. Ele mostra todo o conhecimento que ele tem da indústria internacional e como ele se engaja para a evolução do nosso cinema, também mostra a sua simplicidade e a ausência de um ego vaidoso (tão comum neste meio... haja saco!) e ainda fala da crise e sugere um ajuste em relação à formação do público cinéfilo no Brasil. In Meirelles, I trust! (rs) E sem mais babação de ovo, só fiquei chateada em saber que a minissérie "Som & Fúria" só vai ao ar em julho... Terei que esperar até lá... ooommmmnnnn

Aproveitem a entrevista:

Por Luiz de França

Ele assina a direção de cinco longas e a produção de outros três. Cidade de Deus, de 2002, seu terceiro filme, lhe rendeu notoriedade internacional, indicação ao Oscar de melhor diretor e um convite para rodar O Jardineiro Fiel (2005). Seu último filme, Ensaio Sobre a Cegueira (2008), abriu o Festival de Cannes. Apesar da recepção morna da crítica, conseguiu levar cerca de 900.000 espectadores aos cinemas só no Brasil. Com currículo invejável, Fernando Meirelles, também produtor de minisséries de TV, agora acrescenta mais uma função na sua ficha de serviços prestados ao audiovisual brasileiro: a de curador. A nova tarefa é fruto de um assunto sobre o qual o diretor pensava havia algum tempo: a falta de uma aproximação maior entre diretores, atores e o público nos lançamentos dos filmes brasileiros, prática bastante comum em outros países e pouco utilizada aqui.

Dono, em sociedade com a Pandora Filmes, de um dos cinemas mais tradicionais de São Paulo, ele chamou para si essa responsabilidade e resolveu selecionar um filme para cada mês do ano e convidar os diretores e atores para debaterem com a platéia na série Encontros HSBC Belas Artes. O projeto começa na próxima terça-feira, com a presença do diretor Maurício Farias, de Verônica, que estreia nesta sexta-feira. A atriz Andrea Beltrão também participa do encontro. Em entrevista a VEJA.com, Fernando Meirelles fala sobre a nova experiência e sobre os possíveis reflexos da crise financeira mundial na produção cinematográfica do país. Ele também discute a dependência do cinema brasileiro dos incentivos do estado e seus próximos projetos:

Qual é o objetivo dessa série de encontros com os diretores?
A proposta é fazer a estreia de um filme na sexta-feira e, na terça seguinte, contar com o diretor e quantas pessoas do elenco a gente conseguir trazer para debater o filme após a sessão com a plateia. Inicialmente, eu ficarei de mediador. É algo que não tem muito no Brasil e é muito comum lá fora. Eu, particularmente, participei muito desses tipos de encontros nos Estados Unidos. Cheguei a fazer quatro em um dia, eu e o elenco do filme numa espécie de caravana. Fazia um cinema, terminava e seguia direto para outro cinema, e assim ia fazendo outro e outro.

Foi daí que surgiu a idéia?
Sim. Eu sempre questionava porque ninguém fazia isso aqui no Brasil com regularidade. Daí eu pensei: eu tenho um cinema e sou amigo de todos os diretores e atores, por que não fazer eu mesmo? Liguei para a pessoa que cuida da programação do cinema, mandei e-mails para os diretores e todos toparam. A intenção é tornar isso permanente durante todo o ano.

É uma maneira também de criar público para o cinema brasileiro?
É uma estratégia muito utilizada pelas distribuidoras para os lançamentos dos filmes nos Estados Unidos, e funciona. Eles gravam, vai ao ar na internet, saem notas nos jornais. Se as distribuidoras daqui passassem a adotar esse esquema seria ótimo. Acho que ainda vamos chegar lá. Para o público que gosta de cinema, como aqueles que frequentam o HSBC Belas Artes, que é uma espécie de cineclube, é uma possibilidade fantástica. De repente, você vê a atriz morrer no filme e ao ligarem as luzes ela estar ali na sua frente para conversar sobre as impressões do filme com você.

E como é para o diretor essa experiência de conversar com o público?
É uma delícia pegar um público normal, que assiste cinema com atenção, e sentir o que eles perceberam no filme o que funcionou e não, coisas que eles acharam que o filme queria dizer e você nunca tinha imaginado aquilo. Eu acho que também deve ser legal para a plateia porque as três experiências que fizemos lá no HSBC Belas Artes - com o meu Ensaio Sobre a Cegueira, Feliz Natal, do Selton Melo, e o filme dos Titãs - lotaram.

Como o senhor lida com a crítica?
É chato trabalhar dois anos em um projeto, pensar exaustivamente sobre cada linha, sobre cada inflexão, como a luz vai cair, sobre o tempo que demora a pausa, aí um cara vai lá e em uma hora e meia dá seu julgamento. Sempre quando um diretor de filme lê a crítica, a primeira sensação é de que o crítico não viu nada, não enxergou nada, porque tem tantas intenções lá. E é claro que ele não conseguiu ver porque você ficou dois anos pensando naquilo, falou com o autor do livro e o cara em uma hora e meia já escreveu. A sensação que o diretor tem é que esse cara é um idiota, porque não entendeu meu filme. Ele pode até ter razão. Estou falando da sensação de quem recebe. "Como é que ele não entendeu o que eu disse? Eu disse, mas ele não entendeu." No começo me incomodava muito. Agora, aprendi a não me incomodar.

Como foi com Ensaio Sobre a Cegueira?
Tomou porrada pra caramba. Mas não li nenhuma crítica, pois fui aconselhado a não ler. Só lembro da primeira crítica, que encerrou o texto dizendo que o filme não deveria ter sido feito. Ora! Um filme que fez 900.000 espectadores no Brasil certamente tem algum interesse. Então incomoda receber uma crítica dessa.

A atriz americana Meryl Streep disse recentemente que a crítica cinematográfica está ficando cada vez mais irrelevante, levando em consideração a voz que a internet tem dado às pessoas de ecoarem suas opiniões através de blogs, fóruns e sites sobre cinema. O senhor também acredita que a crítica está mudando de papel?
Sim. Acho que não só a crítica, mas acho que as pessoas que eram detentoras da informação estão ficando cada vez mais desimportantes e nunca mais vão ter a importância que tinham há dez anos. A versão delas vai ser apenas uma entre tantas outras.

E como lidar com essa variedade de opiniões?
Você acha a fonte que mais confia e lê, mas é preciso sentir se há imparcialidade. Se eu percebo que está sendo parcial, eu paro de ler imediatamente, porque aí ele não está me informando, e sim me passando apenas o ponto de vista dele. Daí eu prefiro partir para um outro ponto de vista, talvez mais parecido com o meu.

O brasileiro vive um momento de desinteresse pelo cinema nacional?
Eu não acho. O campeão de bilheteria nessas últimas três semanas é o brasileiro Se Eu Fosse Você 2, que já passou dos 4 milhões de espectadores. No ano passado, o cinema brasileiro fez 10% do share de mercado, o que é razoável. Esse ano vai subir. Só o filme do Daniel Filho já vai ajudar a manter essa perspectiva alta para este ano.

O senhor acredita que Se Eu Fosse Você 2 pode alavancar o interesse pelos filmes nacionais?
Sem dúvida. Quem assistiu e gostou - e pelo visto todos gostam, porque as salas estão lotadas -, na próxima oportunidade que tiver vai assistir a outro filme brasileiro, talvez no mesmo estilo.

Existe uma polêmica, endossada por um comentário feito no ano passado por um dos diretores da Ancine, de que o Brasil produz mais filmes do que sua atual capacidade de público. A causa dessa superprodução seria os investimentos que o governo tem feito nos últimos quinze anos. Não está na hora de o cinema ser mais independente das verbas do governo?
A questão da superprodução é fato. Foram 80 filmes lançados no ano passado. Os filmes que vão bem de bilheteria se pagaram, mas a maior parte dos filmes brasileiros, uns 95%, não se pagam na bilheteria e dependem de verbas do governo. Eu acho que é assim mesmo que tem de ser. Assim como escola não é um negócio que tem de dar lucro. Não se pode montar uma escola pública e depois resolver fechá-la por achar que ela é deficitária porque só tem 400 alunos e todo mês se põe dinheiro nela. Educação é obrigação do estado e cultura também.

Depender do estado não é um ponto fraco dessa indústria?
Pouco a pouco estão se abrindo outros canais. A O2 Filmes, minha produtora, por exemplo, tem um acordo com a Universal. Estamos produzindo um filme chamado Vips e fizemos no ano passado À Deriva. Metade do dinheiro era do governo e metade da Universal. Nessa nova produção, um terço do dinheiro é do governo e dois terços são dinheiro de verdade. Parcerias desse tipo estão surgindo para outras produtoras, mas sempre vai depender do estado. Na França, o governo banca. Até os Estados Unidos bancam um pouquinho. No México, não tem financiamento estatal e por isso eles estão mal também. Em quase toda parte do mundo em que o cinema é forte é o estado quem banca. O que está errado nessa equação, e talvez aí alguns colegas discordem, é o acesso. O governo financia o filme mas nem sempre os produtores dão a contrapartida social. O estado dá o dinheiro e o filme entra em um cinema que custa 14 reais. Quer dizer, o financiamento é para um público que pode pagar 14 reais de ingresso. Isso é uma distorção, acho isso errado.

E como pode ser feita essa contrapartida?
Depois de um período de exploração comercial no cinema e na venda de DVDs, o produtor que pegou dinheiro do estado tem necessariamente de ceder o seu filme para a TV pública ou para um cinema com ingresso mais barato. Só assim o cinema nacional vai chegar ao público. Toda vez que o Cinemark faz um dia por ano de cinema brasileiro a 2 reais eles lotam da primeira à última sessão de todos os filmes em cartaz.

Então o cinema brasileiro tem público?
Público tem, só que não pode pagar 14 reais para ir ao cinema. Agora, fazer o estado financiar um produto que vai ser visto por apenas uma parcela da população está errado. O estado tem obrigação com todos. Não é seu dever pagar para mauricinho vir aos Jardins assistir. E isso pode ser corrigido.

A crise financeira mundial pode piorar essa situação?
No cinema internacional a crise já chegou. A Universal, que fez um corte de 500 milhões de dólares no seu orçamento, já pediu para enxugar os gastos da parceria com a O2. No Brasil, eu acho que a gente vai sentir esse baque em 2010, porque a crise está chegando às empresas agora e o faturamento delas em 2009 vai ser mais baixo. O dinheiro que vai para o cinema é uma porcentagem do imposto. Todo mundo vai ter menos imposto a pagar e, portanto, vai ter menos dinheiro vindo do imposto. Quem está filmando em 2009 está fazendo isso com recursos do imposto de 2008. Quem for filmar em 2010 acho que tende a ficar sem dinheiro.

Em que o senhor está trabalhando no momento?
Estou terminando de montar uma minissérie intitulada Som e Fúria, de doze capítulos, que vai ao ar pela TV Globo em julho. Tenho dois projetos de longa e tenho de escolher um deles para filmar entre setembro e outubro deste ano. Estou esperando até o final de março para decidir qual deles vou fazer, se vou fazer. Eu aposto também na possibilidade de não fazer nada neste ano. Tenho uma casa para reformar, a minissérie... Talvez queira aproveitar um pouco mais da vida.

Como o senhor escolhe seus projetos?
É totalmente subjetivo. Eu era muito arrebatado, agora aprendi a ser mais paciente e pensar três vezes antes de tomar alguma decisão.

Quantos roteiros o senhor recebe e lê?
Recebo muitos e de vários lugares. Só nesta semana eu recebi quatro. Eu li um que é muito legal. É uma comédia familiar de um garoto de 15 anos que é massacrado pelos pais. Recebi outro que é baseado na biografia da colombiana Ingrid Betancourt. Um outro é a história de uma chinesa que vai procurar o marido dela que está escravizado em um posto de petróleo em Angola. Ela vai procurar o marido e se apaixona por um angolano. E o quarto é um megaprojeto sobre um herói de guerra inglês na Jamaica. Esse vai sair. É um projeto de 80 milhões de dólares.

O senhor tem pessoas específicas com quem prefere trabalhar?
Tenho: os amigos. Nessa minissérie que estou terminando para a Globo, por exemplo, trabalhei com um monte de gente com quem eu nunca tinha trabalhado antes na vida e nem conhecia pessoalmente e viraram meus amigos porque eram adequados para os papéis.

Seu nome virou sinônimo de material de boa qualidade e dimensão internacional. Qual é a receita do sucesso e como lidar com ele?
Trabalhar como um idiota e talvez uma certa dose de intuição. Mesmo assim, acho que esse tal de sucesso é poeira e passa, mais dia ou menos dia. O truque é não cair na cilada de acreditar que isso tenha algum valor.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

No meu Rio Grande, tchê!

Tem certas coisas que realmente não têm preço... Ontem me dei conta disso. Morei 3 anos e meio em Sampa e sempre escutava que se o RS era tão bom assim, porquê que eu tava morando lá em SP. E claro que sempre respondi que era por causa do trabalho e tal. Mas eu devo dizer que todos os paulistas tinham razão. Ontem eu vi estrelas no céu e os grilos a cantarem quando eu saí de uma pizzaria, que diga-se de passagem apresenta "far more" sabores do que as tão faladas pizzas paulistanas. E lá ouvir grilos e ver estrelas parece coisa de outro planeta e aqui a gente estava no perímetro urbano, sem distância nenhuma da "urbanização". Depois, tava num bar de um amigo, habitué como de costume, e a gurizada toda falando um gauchês muito "sinixstro", como diria um carioca. Os guris falaram o tempo todo em campo, em Uruguaiana, em capirava, tchê, bah!, "rave medicinal, municipal, bem gaudéria" e ainda o cara tinha uma foto de uma capirava bebê que ele tirou lá no campo. Que delícia!!! Eu sou do sul! Eu tava encantanda com o papo todo. Semana passada eu tava em Porto, minha querida capital gaúcha e apesar de todo o calor escaldante, o ar, a brisa de Porto sempre me deixou extasiada. Eu estou grata! Não quero menosprezar Sampa de jeito maneira, aprendi muito lá, conheci pessoas boas e ruins, conheci muito sobre o meu meio profissional, shows, jazz, novidades, cultura, Sampa agregou muito, masssss foi bom enquanto durou. Que agora eu quero durar por aqui mesmo. Porque aqui é a terra onde tudo que se planta cresce.
E o que mais florece é o amor...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Let's get together - Madonna

A rainha está mais uma vez em menos de uma semana aqui no blog. No problemo!!! Ela merece...

Let's get together!!!!

<a href="http://www.joost.com/08200ey/t/Madonna-Get-Together-(Video)">Madonna - Get Together (Video)</a>

Daily Kabbalah TuneUp

Caiu como uma luva para mim:

Rav Ashlag, founder of The Kabbalah Centre in 1922, taught this: when going through pain, be happy about the process. It means your capacity for everything is being expanded. But, you must be happy about the process in order to let in the Light your pain revealed.

Otherwise, it's just never-ending. And that's when pain turns into suffering.

Today, when faced with uncomfortable thoughts, emotions or sensations, pay attention to any avoidance behaviors and allow yourself to resist. Know that it's happening to help you expand.

Just keep chewing until the bitter becomes sweet.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Madonna - Express Yourself, don't repress yourself

A rainha é quem manda!!! A gente só obedece...

Prática do Ho´oponopono

Eu sei que eu ando copiando mais do que propriamente escrevendo no meu blog, mas a fase é essa. Estou recriando pensamentos, hábitos, minha vida e preciso focar nisso. Quero copiar hoje aqui algo muito importante, que vai ajudar a todos nós a passar para essa nova fase de vida. Leiam, aproveitem e pratiquem! Namastê e muita LUZ!

Prática do Ho´oponopono

:: Rubia A. Dantés ::


Estamos em um tempo onde podemos contar com ferramentas tão simples para alcançar a cura que, pelos nossos velhos padrões, fica difícil acreditar que com tanta simplicidade podemos chegar a resultados tão positivos. Parece que a velha história de que tudo precisa de enorme esforço para acontecer, ainda tenta nos puxar para a velha energia.
Quando li a primeira vez sobre o Ho’oponopono, é claro que achei tudo tão simples e os resultados descritos tão grandes que me admirei um pouco, mas graças ao Grande Mistério, resolvi arriscar, afinal era tão simples, porque não tentar... E como já contei aqui, os resultados foram tão imediatos e surpreendentes que a partir de então nunca mais parei de fazer, naquela forma que aprendi. E passei a divulgar nos meus trabalhos e para meus amigos recebendo sempre um retorno muito positivo.

Como muitas pessoas tem se interessado por essa cura e me feito perguntas de como praticar, entendi que essa é uma oportunidade de divulgar algo simples, mas... que pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas...
O que nos impede de ter uma vida plena, onde podemos exercer nossos Dons e desfrutar de toda felicidade que vem de estamos cumprindo o nosso propósito divino, sem esforço e com leveza, é o fato de estarmos presos ao passado em muitos nós que criamos ao longo das nossas vidas... À medida que desmanchamos esses nós que nos prendem ao passado, podemos estar mais inteiros e presentes para servir nesse momento tão especial do Planeta.

Antes esse era mesmo um processo demorado e muitas vezes muito doloroso, o que fazia com que muita gente desistisse dessa liberação.
Agora, temos muitas ferramentas disponíveis, onde essa liberação e cura das experiências passadas podem acontecer de forma suave e muito rápida.
E o Ho’oponopono é uma dessas ferramentas.
É claro que não adianta a gente limpar o que nos prende ao passado se continuamos a criar, no presente, os mesmos padrões que vão nos manter presos às mesmas velhas histórias. Por isso, é bom estarmos atentos ao que estamos criando no nosso presente... entendendo que está nos sendo dada a oportunidade de limpar todo um passado... para que possamos começar um novo tempo, sem culpas... medos... com mais Luz... Consciência e Amor .

Coloco abaixo um texto do Artista Plástico Al McAllister, que mostra de forma bem simples e clara, como praticar o Ho’oponopono. Ele também tem se dedicado a divulgar o Ho'oponopono, por também ter se maravilhado com este processo.

Como praticar o Ho’oponopono

Aqui você vai entender porque o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas.

Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, à Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço vagado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, sua origem.

No momento em que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:
“Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema.”

Então use as frases desta seqüência: “Sinto muito. Perdoe-me. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar.

Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.

Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar.

“Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino.

“Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.

A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terá a resposta quando completamente limpo.

Lembre-se sempre: o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é autocura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

Aqui (mais uma vez) está a oração original da Morrnah, simples e poderosa:
“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais ofendemos à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
Assim está feito.”

http://hooponopono.forumativo.com

domingo, 25 de janeiro de 2009



Lembrar de Si.

Eu não sou judia nem nada, mas quem me conhece sabe que eu me interesso muito por religiões e filosofias espirituais. Eu ando em constante busca de conhecimento e consciência através da busca acima citada e ultimamente procuro material de leitura na Cabala e gosto muito dos toques, dos conselhos e dos questionamentos que a Cabal nos traz. Hoje, cheguei de um findi fantástico em Torrica e vejo a "conexão da semana" segundo o portal da Cabala. Acredito que esse exercício vai no mínimo me trazer um pouco mais de clareza sempre!
Quem sou eu?
Qual o meu propósito nesta vida?

"Rrrrecomêndú!"

Conexão da Semana: Lembrar de Si

A porção da Torá que estudamos nesta semana nos traz uma importante conexão de lembrança. Ela narra as três últimas pragas lançadas no Egito e também a preparação final para a libertação de um povo escravo. As pragas, repletas de códigos subliminares são: gafanhotos, trevas e morte dos primogênitos.

Os Hebreus são instruídos a marcar os umbrais de suas portas. O cabalista entende que o pequeno pergaminho, colocado dentro de uma pequena caixa no umbral da porta, muito mais do que poderes físicos, possui sim, uma importante função de lembrança.

Por isso, tendo ou não um pergaminho em sua porta, esta semana você tem um importante exercício a praticar: Todos os dias, ao sair e ao entrar em casa, se pergunte: Quem sou eu? Qual o meu propósito nesta vida? Este exercício servirá como preparação para a próxima conexão, muito intensa e libertadora.

Shalom!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Lula não lê jornal????? Azia????

Eu não poderia deixar de postar meu protesto.
Luís Inácio da Silva, o nosso presidente da república apelidado por LULA fala a revista Piauí que não lê jornais por problemas de azia. Referindo-se à mídia como uma provedora de más notícias que deixam seu delicado aparelho digestivo um tanto quanto sensível.
Como assim?
Como um presidente da república fala que não lê jornais num país com alto índice de analfabetismo? Eu não sei se fico mais chocada com as barbaridades que o nosso presidente fala ou com o povo que demonstra um índice de 90% de aprovação para um presidente sem estudo nenhum. Ele não lê jornais, não vê telejornais de emissora alguma, não pratica a leitura de forma alguma (blogs, revistas, livros, sites na internet) deixando bem claro que se vangloria de sua gigantesca inteligência que aprende tudo de "ouvido" e ainda quer praticar o sarcasmo. Que gracinha, neh? Talvez seja por isso que quando a mídia expõe as ladroagens do governo dele, o engraçadinho nunca sabe de nada. Talvez seja por isso que Lula fala abertamente na TV que a crise mundial que o Bush "inventou" não tem nada a ver com o governo dele e que aqui no Brasil não há crise alguma mesmo com um alto índice de desemprego no último mês de dezembro. O presidente alega não ter necessidade de se informar porque seus assessores assim o fazem e com todas as pessoas que ele tem contato por dia, não precisa de mais informação, mas mesmo assim diz ser orgulhoso da qualidade da mídia no nosso país: "Nossa sociedade é uma boa, sólida democracia", disse, "porque temos uma boa, sólida mídia." Isso só deve ser piada... E parece que seu ex-colega, o presidente George W. Bush, também fez o mesmo tipo de "pronunciamento", alegando que seus assessores sempre o deixavam muito bem informado. Semelhanças ou coincidências?
Eu só desejo que nas eleições de 2010 o povo brasileiro saiba ir às urnas e votar. Chega de ignorância no poder. Chega de esquerda de mentirinha. Aliás, alguém pode me dizer qual a grande diferença da direita ou da esquerda no Brasil? Mas pera aí, existe direita e esquerda com tantos partidos e subdivisões? Fico um pouco confusa... desculpem. Chega de piadinhas de presidente sem cacife. Chega de impunidade nesse país. Precisamos de um presidente que tenha idéias, que tenha estudo, que saiba administrar, que saiba relacionar-se com grandes nações, que leia jornais, revistas e livros, precisamos de dignidade, simplicidade na burocracia, dimunuição de taxas, impostos e juros, precisamos de educação, cultura, esporte e vergonha na cara. E para o nosso querido presidente eu digo: por favor, deixe seu sarcasmo de lado porque o povo brasileiro precisa de educação e não de piadinhas ou de um presidente espirituoso e sim, um presidente SÉRIO.

E já que estou de casa nova...

Um filme publicitário para me dar as boas vindas! Preciso dizer em qual das alas eu estaria? Desculpem a distorção do tamanho da tela.


sábado, 10 de janeiro de 2009

Era Iluminada - Rock 80 - SESC Pompéia/SP

Sim, porque já estou me despedindo da Paulistéia Desvairada. Retorno ao aconchego do meu Rio Grande, tchê! Quero ficar perto da família, dos amigos, das minhas tradições e estou seguindo aquilo que o meu coração está mandando (como de costume!). E o coração nunca erra, disso eu tenho certeza. Mas claro que sentirei saudades de muitas coisas de Sampa, como os bares de jazz, as novidades culturais, a Paulista, alguns bons amigos que deixarei por lá, saudades da Kelly, do clima paulistano (dispenso a seca do inverno, a poluição e as chuvas de verão...), dos cinemas, dos teatros, das oportunidades profissionais, enfim... só que pesando prós e contras estarei mais feliz e sossegada aqui no sul. Vou fazer um desabafo aqui, mas nunca pensei que a minha vida profissional perderia o primeiro plano na minha existência. Esse ano que passou foi um ótimo ano profissionalmente, apesar de todos os fatos conturbados, mas muitas vezes, mesmo com a satisfação de aprendizado e de um trabalho bem feito, eu chegava em casa e sentia que isso não me trazia a plenitude que meu espírito tanto procura. Eu quero casar, ter filhos, ensinar boas coisas aos meus filhos, quero conquistar o mesmo homem por várias noites, quero ter um lar, quero dividir isso com minha mãe, minha irmã, meus tios, primos, com meus amigos... Crise dos 30? Que crise dos 30 que nada! São resoluções dos 30!!!! E o presente que eu ganhei de 30 anos chegou para ficar e a felicidade quer se instalar de vez e é isso que venho fazer de volta no meu querido Rio Grande. Obrigada Sampa por todas as lições aprendidas, por todas as experiências vividas, sou muito grata às pessoas que conheci, porque bem ou mal todas me ensinaram muitas coisas, mas agora chegou a hora de partir. E sobre o meu profissional, é claro que meu bicho carpinteiro não vai permitir que eu seja uma dona de casa meramente, até porque sou muito curiosa para isso, mas tudo já está se encaminhando e meus planos são maravilhosos. Como eu disse anteriormente, estou programando tudo no meu software particular. Vai ser gala!!!!!!!
E acompanhem a saga da Princesa Desencastelada, pois sua estória está sendo reescrita.

Conto da Princesa Desencastelada - Capítulo 5

Demorou, mas os capítulos voltaram!!!!!!

Quando a princesa conseguiu ficar quieta um pouquinho, só por causa que sua barriga estava a doer de tanto rir, um barulho estranho foi percebido. Parecia vir de longe. Um barulho um pouco irritante, constante e num impulso só a princesa sentou. Ela tentou olhar ao longe, mas só viu árvores e mais árvores cheias de gravetinhos, flores e frutos. O barulho constante parecia se aproximar aos poucos, ela olhava por todos os lados e não conseguia saber de onde vinha. Até que avistou ao longe um carrinho branco, estranho, com um tipo de uma casinha de metal na sua traseira, que vinha vagarosamente com um rapaz pilotando tal carrinho e ela logo decifrou que o barulho vinha dali. Ela ficou apreensiva, quem seria o rapaz? Lembrou de quando o Guerreiro apareceu em seu reino... Ele era doce e gentil e jamais encontrou rapaz tão gentil quanto. Seu coração acelerou, quem seria este rapaz em terras desconhecidas? Olhou para o gato como que suplicando um conforto e com um olhar o gato fez a princesa lembrar-se de sua poção emergencial. Ela ficou mais calma... Sentiu sua boca seca e resolveu pegar um dos frutos que estava à sua volta. A tão generosa árvore havia lhe proporcionado frutos também! E o barulho estava parecendo cada vez mais próximo e ela já conseguia ver melhor os traços do rapaz. Ele também parecia ter visto a menina de vestido de bolinhas e seu gato preto debaixo da gostosa copa da grandiosa árvore. Os dois se olharam de longe. A princesa sentiu-se calma, segura. O tal rapaz não parecia ser perigoso. A princesa aproveitou para comer outro fruto vermelho. Humm, eles eram deliciosos!!!! E quando se deu por conta, o rapaz já estava bem próximo. O rapaz estacionou seu carrinho branco e veio em direção à princesa:

- Boa tarde!

A princesa um pouco trêmula respondeu perguntando:

- Quem é você? Onde estou? Esses frutos são seus?

- Não, não são meus... São de quem os quiser pegar! Nossa terra é muito fértil, temos o bastante para nosso povo e para os visitantes também. Eu sou o príncipe deste reino. E você quem é? Nunca vi menina tão doce por aqui...

A princesa nunca havia conhecido um príncipe antes...

- Eu sou a princesa do meu reino também. (disse envergonhada) Pedi para o mago me levar a terras desconhecidas e vim parar aqui... Aliás, não sei como cheguei aqui, eu estava entre ruas estranhas, construções altas, daí eu segui o homenzinho verde e acabei caindo aqui.

- Ah, (achando um pouco de graça da situação toda) você deve ter vindo pela Fazia Lima... Você estava numa cidade chamada Sum Paulo, uma cidade um pouco assustadora, mas muito interessante e agora você está no bosque da Fazia Lima. Quase ninguém conhece aqui, mas acho até melhor assim. Olha, você pode confiar em mim, não tenho porque querer lhe machucar. Eu tenho comida e bebida para você e para se gato no meu carrinho de golfe. Vocês estão com fome?

- Carrinho de golfe? O que é isso?

- (sorrindo) Você nunca jogou golfe? O seu reino deve ser muito distante mesmo...

- É, acho que nem eu sei quão distante... Mas meu gato deve estar com fome, sim. Ele come carne, você tem algum tipo de carne no seu carrinho de golfe?

- Sim! Tenho de tudo lá! Acabei de voltar da cidade. Espera aí, vou buscar tudo o que precisamos para um delicioso piquenique.

A princesa e o gato se olharam e a princesa sorriu.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

I´ve Got You Under My Skin

Nem quero falar nada para não me comprometer... minha música favorita segue abaixo e ela descreve tudo q estou sentindo. O bom é que essa música é tão presente na minha vida que nos momentos mais interessantes, ela começa a tocar! Até sonhar com ela e com meu querido vovô que já faleceu, eu já sonhei e pasmem: ele dançou a música inteirinha comigo no meu sonho. A vida é a coisa mais linda que alguém poderia ter mesmo... Obrigada por tudo e por todos!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009


Meu blog anda cinza... Ele acompanha seu escritor logicamente. Não que eu ande cinza, de mal com a vida, mas eu ando sem inspiração. Até que um dia a criatividade deu trégua aos meus pensamentos... rsrsrsrsrs O processo tem sido longo, as mudanças têm sido muitas, até a língua portuguesa mudou e estou me dando conta que nem o português eu sei mais como escrever. Ótimo! Quem não gosta de mudança já morreu e eu como vou atrás da "verde-rosa" sigo acompanhando o fluxo da mudança bem alerta e contente. Pelo jeito até o planeta Terra está mudando e muito... E para aqueles que acham esse papo a maior babaquice do mundo: SENTEM e ESPEREM, porque tudo está em constante mudança.
Apesar das terríveis noite de "insono" que estou tendo (tenho o direito de inventar uma palavra para aquilo que estou sentindo, não?) e das dores de cabeça e estômago, me sinto segura. Segura e com muito amor no coração. E para aqueles que acham que devemos estar sempre a 300Km/h senão o tempo escorrega, devo dizer que tudo acontece antes na nossa imaginação, certo? Então, deixa eu montar meu próprio programa de grandes novidades, tudo está acontecendo antes no meu software, a hora que der um printout vai ser uma avalanche de grandes emoções. E para aqueles que acham que a vitória chega no início do processo, devo aconselhar que quem ri por último sempre ri melhor e o que parece ser vitória para uns é só cosquinha para os vencedores de verdade. E aos meus amigos GAÚCHOS: muito obrigada por todos os churrascos proporcionados até então. Muito obrigada pelo carinho em saber que estou por perto, muito obrigada por simplesmente estarem do meu lado sem querer prova de porra nenhuma... rsrs
AMO MUITO TUDO ISSO!
Em breve, brevíssimo muitas cores neste blog. Enquanto isso... fico programando meu novo software com muita positividade e amor!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Kabbalah Tune Up

Once upon a time, a tiny frog fell into a giant bowl of cream. Unable to get out, the little fella kept kicking, kicking, kicking until finally the cream turned to butter, and he was able to jump to safety.

This is us. We are the frog. We can either give up hope when faced with impossible challenges, or we can kick, kick, kick until the curses turn to blessings. Rest assured, our Creator wants us to survive our battles, conquer our demons, and no matter how dark life may be, there is always Light at the end of the tunnel. Our challenge is to maintain our certainty and to continue fighting the good fight.

Keep kicking today. Know that there is a solution to whatever it is that threatens to overwhelm you.

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Loving your neighbors - or your enemies, for that matter - has nothing at all to do with morals or ethics. Rather, Kabbalah teaches that love is a formidable weapon in furthering your own cause in life, which is simply to gain true joy and fulfillment.

In other words, you benefit when you love others unconditionally.

Today, open your heart when you feel it closing. Loosen the chains and learn to love.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Ritual p o Ano Novo

RITUAL AO CONSELHO CÁRMICO

Antes da meia noite – dia 31 de dezembro

Aproveite este dia para estabelecer seu compromisso interno com a sua Verdade e Força Vital, projetando assim no mundo externo o potencial da sua alma: Felicidade, Harmonia, Saúde, Abundância, Realizações.

RITUAL

Em um papel de seda, escrever a lápis seu nome de solteiro(nome de batismo) e data de nascimento.

Depois escrever a frase: PELA PAZ E CURA UNIVERSAL.

ESCREVER SEUS PEDIDOS AO CONSELHO CÁRMICO.
DOBRAR O PAPEL E FAZER UMA ORAÇÃO, NÃO ESQUECENDO DE AGRADECER POR TODAS AS BENÇÃOS RECEBIDAS DURANTE O ANO DE 2008.

ENTÃO QUEIMAR PRIMEIRO UM PAPEL EM BRANCO,
O SEU PAPEL ESCRITO E OUTRO EM BRANCO NO FINAL.

SE VÁRIAS PESSOAS PARTICIPAREM DO RITUAL,
QUEIMAR PRIMEIRO UM PAPEL EM BRANCO,
DEPOIS TODOS OS ESCRITOS E POR ÚLTIMO
OUTRO PAPEL EM BRANCO.



SUGERIMOS, PARA FINALIZAR, A PRECE:


“A GRANDE INVOCAÇÃO”

Do ponto de Luz na Mente de Deus,
Flua Luz à mente dos homens,
Que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus
Flua Amor aos corações dos homens,
Que Cristo retorne à Terra.

Do centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Guie o Propósito as pequenas vontades dos homens,
O Propósito que os Mestres conhecem e servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens
Que se desnvolva o Plano de Amor e Luz
E cerre a porta onde mora o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder
Restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra
Hoje e por toda a eternidade.
Amém.


Colaboração: Helena da Fonseca
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Que o Novo Ano chegue repleto de
Amor, Luz, Paz, Realizações, Saúde
Prosperidade e Consciência para todos nós! (Stela)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

English class of the day...

The Kabbalah Tuneup

Dreams are vitally important to our existence. They're not just fantasies that are meant to entertain us as we live out our days monotonously. Rather they're our greatest potential whispering to us and motivating us to reveal that potential in the world.

Unfortunately, most of us abandon our dreams in childhood. Settling for what we think life is supposed to be, rather than what we dream it can be. We lose the enthusiasm and motivation for our greatest goals, and stop even daring ourselves to think of such things.

Today, remember this: everything starts with a thought. Allow yourself to cook up the infinite ways in which you can be happy and successful. Fantasize with the intent of activating these deep desires and allow these universal forces inside you to unfold.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

pérola da MPB

Vídeos, vídeos, muitos vídeos... Não consigo me controlar! Ah e tenho que aproveitar para postar no trabalho porque agora tenho internet regulada em "casa". Sim, assim a tirania continua imperando e quem não tem poder nenhum tem a sensação de que tem. Mas ignorando as pecuinhas, quero postar mais uma pérola da música popular brasileira: Jane em "Po para com po". Sen-sa-cio-naaaalllll! E como já dizia o ditado popular: "Tudo nessa vida é passageiro, menos o motorista e o cobrador."

Deu pra tí!

Minha homenagem à capital gaúcha que eu tanto amo desde criancinha...




terça-feira, 25 de novembro de 2008

The Monty Python Channel

For three years the Youtubers have been ripping Monty Python off and now they decided to legalize it: The Monty Python Channel

Great idea... Legalize it!

Have fun:

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

But we do know that the more we act - while simultaneously pushing away the craving for instant gratification - the greater our capacity to experience success becomes.

Today, push back on that nagging voice that wants everything this second. Focus on the work at hand and know that everything you need will arrive just in time.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Cultura no Brasil

Há muito que se fazer num país tão jovem como o Brasil, e tão carente de cultura. Um país onde, segundo a pesquisa do MinC, apenas 13% dos brasileiros freqüentam cinema alguma vez por ano, 92% dos brasileiros nunca freqüentaram museus, 93,4% dos brasileiros jamais freqüentaram alguma exposição de arte, 78% dos brasileiros nunca assistiram a um espetáculo de dança, embora 28,8% deles saiam para dançar.

Ficou apavorado? Entendeu porquê nossos políticos nos fazem comer merda e a gente aceita, come e ainda reclama? E ainda vejo o povo preocupado em sediar a Copa de 2011 no Brasil.
BRASIL, ACORDA! VÁ AO CINEMA, LEIA UM LIVRO, VÁ AO MUSEU, ASSISTA ESPETÁCULOS DE DANÇA, TEATRO, INTERVENÇÕES URBANAS. ACORDAAAAA!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Em homenagem à lua cheia

... que já me trouxe tantas alegrias
e prazeres inusitados.
Algumas vezes é sutil,
outras avassaladoras.
Saudação à lua,
prática da lua cheia,
simples adoração da imagem da lua no céu
e nas mentes humanas.
Sempre que posso a reverencio.
Sutra do Coração - Prajnaparamitta.


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Bem capaz

Buenas, já que a nação gaúcha é sempre motivo de piadinha no resto do Brasil, vou postar essas propagandas da cerveja POLAR só para causar um mal-estar nos queridos hermanos nascidos no sudeste brasileiro. Quando a gente é motivo de piada na televisão brasileira, tudo bem... quando vocês são o motivo da piada, daí fodeu, neh?! hahahahahaha
BEM CAPAZ!!!!!!






domingo, 9 de novembro de 2008

Barack Obama, marketing e eleições presidenciais.

Eleições americanas.
Essa semana que passou Barack Obama foi escolhido o novo presidente da potência mundial em crise: Estados Unidos da América. Ele foi o 44o Presidente eleito na história e tivemos a experiência no nosso dia-a-dia de ver como as pessoas depositaram confiança neste candidato. Falo literalmente, os americanos que mantemos relações profissionais comentaram sobre a onda de crença, como com o presidente Kennedy. Ele foi comparado muitas vezes com o antigo presidente, por sua popularidade e sentimento de esperança que depositou nas famílias americanas. Ele foi considerado pop, tinha tudo contra: era relativamente desconhecido, negro e um nome fácil de ser confundido com um dos maiores inimigos americanos da última década (preciso falar qual é o nome?). Ele tinha muitos fatores contra, mas o usou o marketing a seu favor. Ligou seu nome à palavra: MUDANÇA e acrescentou muito significado à sua imagem, fez com que muitos americanos se envolvessem em sua campanha e recebeu ótimas doações para fazer sua campanha. Parece muito com as campanhas políticas no Brasil, não parece? Principalmente a parte que fala de dinheiro para campanha política... Mas mais que tudoi sso, num momento de crise ele usou o que os americanos sabem de melhor: o marketing . Inclusive eu fiquei envolvida nessas eleições americanas, tive inclusive mais interesse do que as eleições no Brasil, que é aquela selvageria de ladrões cuspindo fogo um contra o outro. E gostaria muito que os políticos brasileiros começassem a ter vergonha dessa palhaçada que eles fazem na TV e tentassem aprender um pouco com a campanha do nosso "popstar" Barack Obama. Por essas e por outras que eu teria vontado na Soninha aqui em SP.

Vamos à aula de marketing de hoje:

- Taticamente a Hilary Clinton e John McCain, ambos focaram suas campanhas em mensagens como: "Eu posso realizar mudanças melhores do que o meu oponente pode" e em marketing a palavra "melhor"nunca funciona. A única coisa que funciona em marketing é "diferente". Quando você é diferente você preenche o conceito na cabeça do consumidor e os concorrentes nunca poderão tirar isso de você.

- Ele informau seu eleitorado online, como primeira ferramenta e não como uma ferrmenta secundária. Usou a nternet como maior ferramenta de informação sobre seu trabalho.

- A campanha do Obama entendeu que jornalistas têm um imenso poder.

- Claramente e simplesmente articule o que você quer que as pessoas acreditem. Desde o começo Obama estava ligado com "mudança". Você lembra qual a palavra que está ligado aos candidatos: John McCain, John Edwards, Hilarry Clinton, Mitt Romney ou outros? Difícil, neh?

- As pessoas não se importam com produtos e serviços, elas se importam com elas mesmo, se importam em resolver seus problemas. E foi aí que Obama atuou, na maioria de seus discursos, ele se referia à populaçào como à ele mesmo, enquanto que os outros candidatos falavam muito deles mesmo: "eu faço, eu resolvo, eu aconteço".

- Não fique obsecado com a competição. Raramente Obama falava sobre competição, ele normalmente falava sobre os problemas dos eleitores e não da competição dele pela presidência.

- Negatividade não vende. A temática de esperança e a idéia de que a vida pode ser melhor com a mudança foi encourajador para muitas pessoas. As outras companhas embasadas no medo, não funcionaram.

- Quando alguém se torna um cliente, quer falar sobre o produto. Obama conseguiu envolver 3 milhões de doadores para sua campanha política, onde ele conseguiu arrecadar US$ 640 milhões para sua campanha. A maioria dos contribuintes foram peixes-pequenos. A conclusão é que é melhor muitos investidores pequenos do que uns poucos grande investidores.

- Reserve tempo para sua família. Obama sempre teve tempo para ficar com a mulher e os filhos, enquanto ele poderia estar na corrida de campanha em outro Estado. Quando sua avó ficou doente, ele tirou alguns dias de folga antes da última semana antecedente às eleições, para visitá-la no Hawaii. Enquanto ele foi "tirado" do trabalho por motivos familiares, os eleitores o respeitaram por isso. Talvez esse tópico não seja uma "aula" de marketing, mas vale aí a observação de que calma é sempre melhor que desatino e a família sempre vem em primeiro lugar.

E alguém tem alguma dúvida de que Barack Obama fez uma das melhores campanhas políticas na história? Ele deixou um mundo em crise com esperança de melhorias, mudanças e prosperidade. Ele diz que não vai ser fácil tirar os Estados Unidos da crise, mas estamos todos esperando suas bênçãos. Agora, o melhor foi ver a cara do George W. Bush ao fazer um pronunciamento de cooperação ao entregar à Casa Branca ao presidente eleito, seu rival. Desculpa, mas a cara de otário mal-humorado dele tava hilária.

domingo, 19 de outubro de 2008

Com emoção, sim?!

- "Sim, com emoção, por favor."

Tenho tanta coisa pra escrever que nem sei por onde começar. Queria ter falado das eleições da prefeitura de São Paulo e no fim nem votei... Filmes que eu assisti, que eu nem comentei. Lugares que eu visitei, pessoas que eu conheci, sensações que eu senti, atitudes que eu tomei. Shows que eu curti... E curti música da boa, ao vivo, com direito ao inusitado:

1) Gero Camilo no SESC Pompéia.
O que foi aquilo?! Fui tão despretensiosa no show, e acabou uma delícia. Uma música nordestina forte, com muitos músicos e vozes no palco, todos com um figurino muito alegre e colorido típico de um cabaret parisiense e ainda tivemos direito a cenário teatral e tudo o mais. Uma peça de teatro poderia ter acontecido ali sem sombras de dúvidas. Entrem no myspace do Gero Camilo para entender do que eu estou falando.

2) The Cult no Credicard Hall.
O Credicard Hall ganhou minha antipatia. Um lugar daqueles com problema de áudio sendo resolvido ao longo do show, é um pouquinho demais. Fora isso... O vocalista estava um pouco distante até por não falar lhufas em português, ele estava um pouco acanhado, mas o guitarrista deu um show de rock'n'roll. Fiquei babando pelo Billy Duffy. Entendam o porquê:



3) Lobão ao vivo na casa de alguém...
Nem vou comentar esse show, só devo dizer que o Lobão manda muito bem no vocal e tem um senso de humor ótimo com a platéia. Ainda mais uma platéia tão intimista quanto a que eu estava. "Vidaaaa, vida, vida, vda, vida bandida. Vidaaaaa!"

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Daily Kabbalah Tune Up

When we talk about manifesting, we often have something specific in mind. We want to manifest a new career, or an exciting relationship, or a bigger house, or improved health.

It's important to have goals - specific goals. But, paradoxically, we must also be open to what life brings us. A deeply spiritual person is open to everything and anything.

Therefore we must eliminate the narrow agendas of our everyday lives and let the Light move us in the direction we really need to go. That direction may not be exactly what we expect, but in the long run, it's certain to be indefinitely better.

Today, allow for any and all solutions to your needs - even solutions you could not have anticipated by yourself. It's a matter of realizing that you can't do everything on your own - and understanding that everything that comes into your life assists you in your spiritual growth, provided you see events as opportunities rather than obstacles.

domingo, 28 de setembro de 2008

Enquanto isso, no departamento Digital lá da o2...

Locaweb - "1,2,3: Gravando" - episódio 7/16 - O que que é isso?

Mini-série do Departamento Digital da O2, vale a pena!


Saramago em entrevista para O Globo

Entrevista originalmente publicada no Blog do Bonequinho do Jornal O Globo em 10/09/08 às 8:00.

Entrevista: Saramago elogia ‘Ensaio sobre a cegueira’

Prestes a lançar “A viagem do elefante”, o 44º livro de uma carreira consagrada com o prêmio Nobel de literatura, José Saramago pede licença a seus compromissos com a prosa sempre que o assunto é a adaptação cinematográfica dirigida por Fernando Meirelles de seu “Ensaio sobre a cegueira”. Co-produção entre o Brasil, o Canadá e o Japão, o longa-metragem, estrelado por Julianne Moore, estréia nesta sexta-feira sob as bênçãos do escritor português. Desde maio, logo após a exibição da produção na abertura do Festival de Cannes, Saramago se mostrou satisfeito com o que viu. Nesta entrevista ao GLOBO, feita por e-mail, o autor de “Memorial do convento”, que completa 86 anos em novembro, chama de “brilhante” o trabalho de Meirelles na direção. Em tom de parábola, o filme fala de uma misteriosa epidemia capaz de gerar perda de visão em massa, levando suas vítimas a um doloroso processo de quarentena. Admitindo completo desprezo pela ditadura dos efeitos especiais na telona, Saramago avalia sua relação com o cinema e analisa duas graves catástrofes contemporâneas: a cegueira política e a miopia artística.

No filme de Fernando Meirelles, assim como no seu livro, a epidemia de cegueira é retratada como uma catástrofe, servindo como metáfora para desarmonias sociais contemporâneas. O que significa ser cego no mundo pós-11 de Setembro?

SARAMAGO: Já estávamos cegos antes do 11 de Setembro. O mundo é muito maior que Nova York, e o terrorismo é apenas um dos males de que a Humanidade tem sofrido desde sempre e quem sabe se para sempre. Peço perdão pelo que o termo “apenas” possa parecer restritivo. Se não nos limitássemos a olhar, se víssemos de fato o que temos diante dos olhos todos os dias, se tudo isso tivesse um efeito real na nossa consciência, então não poderia haver nada capaz de deter o movimento geral de protesto que se desencadearia a escala mundial contra o terrorismo da al-Qaeda, mas também contra essa enfiada maldita de calamidades que fizeram deste mundo um inferno, o único, porque é impossível que haja outro como este. Costumo dizer que o ser humano é um animal doente. Os fatos o confimam. Quanto ao “Ensaio sobre a cegueira”, sou o primeiro a dizer que não passa de uma pálida imagem da realidade.

Logo após a exibição de “Ensaio sobre a cegueira” em Cannes, em maio, o senhor exaltou as qualidades do filme. Hoje, como o senhor avalia o trabalho de Fernando Meirelles na transposição de seu texto para o cinema?

SARAMAGO: O resultado da adaptação de Fernando Meirelles é mais do que satisfatório. Considero-o até brilhante. O essencial da história está ali, como seria de esperar, mas, sobretudo, encontrei na narrativa fílmica o mesmo espírito e o mesmo impulso humanístico que me levaram a escrever o livro. Nem Fernando Meirelles nem eu pensamos que vamos salvar a Humanidade, mas somos conscientes de que, quer como artistas, quer como cidadãos, levamos a cabo um trabalho responsável.

O senhor conhece a obra cinematográfica de Meirelles?

SARAMAGO: Vi e apreciei como devia “Cidade de Deus” e “O jardineiro fiel”. Quando dei o “sim” a Fernando, sabia o que fazia. Suponho que os brasileiros devem estar orgulhosos de que um dos seus seja um dos melhores realizadores de cinema da atualidade. Quanto à minha relação com o cinema internacional, para além da irritação profunda que me causam os chamados efeitos especiais, reconheço que não o acompanho com regularidade. O caráter absorvente do meu trabalho de escritor distrai-me da obrigação de princípio de acompanhar de perto outras manifestações artísticas, sem esquecer a distância física a que me encontro dos grandes centros (o autor vive entre Lisboa e a Ilha de Lanzarote, na Espanha).

Além de Meirelles, o que mais o senhor conhece do cinema brasileiro? E em relação ao cinema português? O nonagenário Manoel de Oliveira, o mais importante cineasta de seu país, está entre seus “diretores de cabeceira”?

SARAMAGO: A resposta anterior já antecipou em grande parte o que poderia dizer sobre este assunto. Não sou de todo ignorante do que se tem feito em Portugal e Brasil, mas o meu conhecimento é demasiado parcelar para que me permita uma opinião fundada. Admiro Manoel de Oliveira, evidentemente, mas confesso que não está entre os que chamo de meus diretores de cabeceira.

Passados quase 13 anos da publicação de “Ensaio sobre a cegueira”, que dilemas o senhor acredita que a personagem da Mulher do Médico, interpretada por Julianne Moore, ainda sintetiza? O senhor releu o livro a fim de saber a atualidade da parábola nele representada?

SARAMAGO: Muitas das “mulheres do médico” são homens. São todas aquelas pessoas que estão conscientes do verdadeiro caráter do mundo em que vivem e que sofrem por não ver sinais positivos de mudança, mas também pela sua própria impotência perante o desastre que se tornou a vida humana. Não li o livro recentemente. Aliás, não é meu costume reler o que escrevi. Obviamente, releio as provas. Mais do que isso, não.

Qual é a maior cegueira literária do mundo contemporâneo?

SARAMAGO: Considero a literatura talvez a menos cega das expressões artísticas atuais. Em muitos dos livros que têm sido escritos, se forem atentamente lidos, encontrar-se-á, além de claras denúncias da dramática situação a que chegamos, abundante e substancial matéria de reflexão. Assim, que o leitor esteja disposto a abandonar a sua mais ou menos confortável cadeira de espectador do mundo.

O que nos espera em seu novo livro, “A viagem do elefante”, que a Companhia das Letras promete para novembro?

SARAMAGO: O meu próximo livro, “A viagem do elefante”, não é um romance, mas sim um conto, uma narrativa que, apesar das suas 250 páginas, não perde nunca a sua natureza de conto. Pelo contrário, reivindica-a. A história parece simples, o relato do que acontece a um elefante que é levado de Lisboa a Viena, mas a simplicidade, neste caso, é uma mera aparência. O leitor julgará por si mesmo.

No seu blog (http://blog.josesaramago.org), o senhor adianta que “A viagem do elefante” será uma trama coral, narrada a várias vozes. De que maneira esse enredo vai abordar a questão da solidariedade, tema que norteia “Ensaio sobre a cegueira” e vários outros livros seus?

SARAMAGO: As questões da coralidade e da solidariedade, embora presentes, são algo marginais ao miolo da história. Como é meu costume, uma vez mais, a epígrafe do livro resume e anuncia o que virá depois: “Sempre acabaremos chegando aonde nos esperam”. A frase só aparentemente é enigmática.

Três décadas após a publicação de “Objecto quase”, livro que marca sua estréia como contista, o senhor retoma o fomato em seu novo livro. O senhor pretende continuar a investir nos contos?

SARAMAGO: Não creio, ainda que me tenha atrevido a chamar conto a “Viagem do elefante”… De todo modo, tomo nota da sugestão.

Por Rodrigo Fonseca.